O presidente dos Estados Unidos, Donald Trimp, quer reformular as principais parcerias comerciais do país com uma nova estratégia que ele chama de “tarifas recíprocas”.
O republicano promete anunciar hoje uma nova rodada de impostos de importação sobre produtos de vários países que chegam aos EUA, no que ele tem chamado de “Dia da Libertação”.
- Proteção: União Europeia alerta que tem “plano sólido” contra tarifas de Trump.
- Taxação: Em meio a tarifas de Trump, representante da Comissão Europeia, defende acordo UE-Mercosul.
A retórica vem da visão de Trump de que seu país sofre tratamento injusto de outros países, que vendem para os EUA (historicamente uma economia liberal com poucas barreiras comerciais) e cobram taxas de produtos americanos em seus mercados para impedir a competição com produtos nacionais.
Trump agora quer praticar o mesmo jogo, dizendo acreditar que essa medida vai atrair para os EUA investimentos produtivos e empregos que migraram para outros países nas últimas décadas.
- Tensão: China, Japão e Coreia do Sul decidem “acelerar” livre comércio de tarifas de Trump.
O protecionismo trumpista mergulhou a economia mundial em um mar de incertezas e tem mobilizado vários países na tentativa de minimizar os danos ou traçar estratégias de retaliação. O Brasil é um deles, apostando em vários caminhos.
O Brasil está na mira da Casa Branca. Anteontem, o etanol Brasileiro foi citadel em um relatório do governo americano como exemplo de relação comercial injusta com os EUA, já que o similar americano paga taxa mais alta no Brasil que vice-versa. Outras queixas também aparecem no texto.
Fonte: O Globo
Foto: Annabelle Gordon
